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A crença de que carne de porco faz mal à saúde, é fonte de gorduras e colesterol, e que é produzida em más condições de higiene é antiga e errônea. Um mito. Com o avanço tecnológico, a carne suína passou a ser produzida com grande controle higiênico sanitário. A forma de criação e a alimentação oferecida aos animais também é diferenciada.

Muito saborosa, a quantidade de gordura está relacionada ao tipo de corte. A localização da carne no animal é fundamental para a avaliação do valor energético e lipídico, porém pouco afeta a concentração dos outros nutrientes, como carboidratos e proteínas. As carnes nobres dos suínos são o lombo e o pernil. O lombo suíno localiza-se em região similar ao filé mignon no boi e é uma das carnes com menor teor de gordura do animal.

Em relação à carne bovina, a carne suína apresenta maior conteúdo de aminoácidos essenciais, como por exemplo leucina, lisina e valina. As principais fontes alimentares das vitaminas do complexo B são a carne suína, vísceras, leite de vaca e os cereais integrais. Estas vitaminas são fundamentais para os processos metabólicos, metabolismo energético e de carboidratos.

Alguns cortes suínos apresentam maior quantidade total de ferro em comparação a aves e peixes. Estima-se que 40% do conteúdo total de ferro esteja sob a forma de ferro heme, que possui absorção mais eficiente pelo corpo do que o ferro não heme (presente em alimentos vegetais).

É excelente fonte de selênio, com alto poder antioxidante no combate à ação de radicais livres nas células e nos tecidos. Possui elevado teor de potássio, fundamental na função cardíaca, contração muscular, equilíbrio ácido-base, impulso nervoso e controle da pressão.

Fonte: G1 / Suinocultura Industrial